sexta-feira, 13 de março de 2009

O Silêncio das Línguas Cansadas

Eu quero uma casa no campo
Onde eu possa compor muitos rocks rurais
E tenha somente a certeza
Dos amigos do peito e nada mais
Eu quero uma casa no campo
Onde eu possa ficar no tamanho da paz
E tenha somente a certeza
Dos limites do corpo e nada mais
Eu quero carneiros e cabras pastando solenes
No meu jardim
Eu quero o silêncio das línguas cansadas
Eu quero a esperança de óculos
Meu filho de cuca legal
Eu quero plantar e colher com a mão
A pimenta e o sal
Eu quero uma casa no campo
Do tamanho ideal, pau-a-pique e sapé
Onde eu possa plantar meus amigos
Meus discos e livros
E nada mais
Composição: Zé Rodrix e Tavito

domingo, 1 de março de 2009

O Último Samurai

Encontrar a pequena medida de paz que todos procuram, mas que poucos acham...

“O poder do capital de derrubar tudo – eliminando seu ancoradouro humano
com a universalização da produção fetichista de mercadorias – é aqui
espelhado na filosofia, virando de cabeça para baixo os valores humanos,
em nome do ‘pensamento e do universal’.(...)
Em última análise a lógica oculta da tendência atual do armamento moderno (...)
não é a ‘bravura impessoal’, mas a destruição verdadeiramente impessoal
de toda a humanidade: Holocausto e Hiroshima combinados em escala global.” - István Mészáros


Há necessidade de mais Natais como o de 1914...